terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Lições de Budismo - O Dhammapada.

O Budismo é uma religião oriental que também pode ser interpretada como uma filosofia de vida, derivou-se do Hinduímo e praticamente se espalhou por todo planeta. Há algumas escolas budista que, de certo modo, adptam a religião conforme a cultura e o entendimento. De todo modo, há muita correspondência entre elas. 
Quando ao Dhammapada o que segue abaixo foi retirado do Blog Dhammapada cujo autor teve a benevolência de disponibilizar a tradução do livro [O caminho do Dharma] Trad. Mario Lobo Leal - Rio, Org. Simões, 1955. Aqui haverá uma pequena apresentação, a obra inteira poderá ser lida no supracitado blog.
O que é o Dhammapada?
O Dhammapada, uma antologia de versos atribuída ao Buddha, foi reconhecido durante muito tempo como uma das obra-primas de literatura budista. Só mais recentemente tem os estudiosos percebido que também é um das obra-primas na tradição da Índia antiga.
Esta tradução do Dhammapada é uma tentativa de trazer os versos de certo modo em inglês fazendo justiça a ambas as tradições às quais o texto pertence.
Embora tentando ver essas tradições como distintas, lidando com forma (kavya) e conteúdo (Budismo), os ideais de kavya apontavam a combinar forma e conteúdo em um todo sem costura.
Ao mesmo tempo, os budistas cedo adotaram e adaptaram as convenções de kavya que de certo modo habilmente se encaixasse com as suas visões pedagógicas e de prática.
Verso Gêmeos. 
1 — É o mental, em tudo, o elemento primordial. O mental é predominante; tudo do mental provém. Se com mau mental o homem fala ou age, segue-o tão de perto o sofrimento como a roda vai após a pata do boi que puxa o carro.
2 — É o mental, em tudo, o elemento primordial. O mental é predominante; tudo pelo mental se faz. Se com mental purificado o homem fala ou age, acompanha-o tão de perto a felicidade como a sua inseparável sombra.
3 — “Ele me vilipendiou. Ele me maltratou. Ele me rebaixou. Ele me roubou”. Nunca se acalma o ressentimento aos que a tais pensamentos dão acolhida.
4 — “Ele me vilipendiou. Ele me maltratou. Ele me rebaixou. Ele me roubou”. Não há ressentimento para os que jamais dão guarida a tais pensamentos.
5 — Em verdade pelo ódio não se destrói o ódio. Destrói-se o ódio pelo amor; é este um preceito eterno.
6 — Esquece-se a mor parte dos homens de que todos, um dia, morreremos. A luta suaviza-se para os que nisso meditam.
7 — Quem nos prazeres materiais se compraz e cujos sentidos são insubmissos; quem é na alimentação intemperante, preguiçoso, inativo, este, na verdade, por Mâra é abatido, como pelo vento o é o fraco arbusto.
8 — Contra quem só para os prazeres não vive, e cujos sentidos à razão se submetem e na alimentação é temperante, vive cheio de fé e constante, contra tal, em verdade, Mãra pode tanto como contra o rochedo o vento.
9 — Indigno é de usar o hábito amarelo quem de suas impurezas não se mundificou, quem carece de moderação e lealdade.
10 — Mas quem se purificou, e firme na virtude permanece, que tem o domínio de si mesmo e cultiva a temperança e a verdade, este é, de fato, digno de envergar o hábito amarelo.

(...)
O Sábio.
76 — Considera quem te repreende os defeitos como se êle te desvendasse tesouros. Liga-te ao sábio que te reprova os erros, Quem isto faz, torna-se melhor, não pior.

77 — Que se derrame em advertências, em exortações, que se repudie o mal; a gente será amada dos homens justos e detestada pelos improbos.
78 — Não tenhas por amigos os obreiros do mal ou os de alma vil. Ajunta-te aos bons, busca a amizade dos melhores dentre os homens.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Os mistérios por trás da gripe espanhola.

Como se sabe a gripe espanhola foi uma das piores epidemias da história da humanidade, estima-se que em torno de 25 milhões de pessoas morreram em todo mundo.
Essa história tem uma interpretação das mais macabras. Um médico espanhol teve contato com uma fórmula pertencente à farmacopeia Inca no ano de 1917. Essa fórmula tinha como base o sapo, (El Sapo), tal medicamento prometia curar muitas doenças, porém essa composição é: (...) extremamente perigosa, pois provoca mutaçao devido a um grande catalisador, as diástases do sangue do sapo." Mas mesmo assim o doutor espanhol começou a executar experimentos na Espanha.
O doutor L. (conforme nossa fonte) testou a fórmula num porco, em pouco tempo o animal morreu. Irresponsávelmente o corpo do animal não foi incenerado, o doutor autopiciou o animal para prosseguir os estudos. 
Em pouco tempo sua mulher e seu filho adoeceram e morreram, essas pessoas teriam sido as primeiras vítimas do flagelo que abalou o mundo. Já no ano de 1918 essa doença, com características de cólera e peste, espalhou-se pela Europa e por todo planeta, vitimando pessoas de todos continentes.
Ironicamente o tal doutor L. não foi atingido pela peste. Sobreviveu.
Referência:
CHARROUX, Robert. História desconhecida dos homens: desde há cem mil anos. 2ed. [trad. Gina de Freitas] Lisboa: Livraria Bertrand, 1963. p.276-277. 

Mistérios nucleares, o porco 311.

Suponha-se que muitas coisas sobre experimentos atômicos não foram reveladas. Testes secretos, planos de explosões, resultados à exposição de radiação, armazenamento de lixo nuclear, etc. Um dos casos mais intrigantes foi a experiência atônica de Bikini.
Sabe-se que vários animais foram submetidos à radiação, serviram de cobaia. No entanto, algo surpreendeu:
"Entre todos os animais submetidos à irradiação, macacos, coelhos, cobaias, cabras, um porco com a matrícula 311, guardado dentro de um velho navia de guerra, foi projectado ao mar devido à explosão. Nadou até ao atol e, poco depois, foi recolhido e submetido a um profundo exame.
os outros animais estavam cheios de radiações, mortos ou sobeviventes por pouco tempo. De todos os animais-testemulhas, apenas o porco 311 estava miraculosamente indemne, sem que para tal houvesse uma explicação possível. O animal viveu durante muito tempo e procriou de forma perfeitamente normal."
Fonte:
CHARROUX, Robert. História desconhecida dos homens: desde há cem mil anos. 2ed. [trad. Gina de Freitas] Lisboa: Livraria Bertrand, 1963. p.55. 
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