quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Como é a vida após a morte.


Para muitas tendências espiritualistas a morte do corpo físico é apenas mais uma etapa da vida.
Ou seja, a vida não significa apenas o momento em que passamos encarnados e sim todo ciclo de vidas.
Acreditar em vida após a morte está longe de ser algo novo, desde da antiguidade constatam-se religião que se fundam nesse preceito. Não há um consenso se é o hinduísmo ou a antiga religião egípcia o primeiro sistema de crença que a se fundamentar na vida após a morte.
As religiões orientais historicamente defendem que a alma é imortal e reencarna, enquanto no ocidente, principalmente o cristianismo, tende a considerar uma alma mais "estática" que aguarda uma ressurreição. Porém, teorias espiritualista surgidas no ocidente também começaram a divulgar a vida após a morte e a reencarnação. O espiritismo no século XIX; as tendências esotéricas do início do século XX, como a eubiose e o teosofismo e uma segunda corrente esotérica de meados do século XX, influênciados pelas tendências orientas, além de religiões afro-brasileiras como a umbanda e o camdomblé.
Sintetizando a grosso modo essas visões espiritualistas entende-se que na verdade somos um ser espiritual num corpo, o fenômemo da morte significa apenas que as atividades biológicas cessaram. Nossa consciência, nossa forma de pensar, nossa personalidade residem no espírito que somos. No ato da morte e dependendo do estágio evolutivo de cada um, nós (pois que somos um espírito num corpo) vamos retomando gradativamente a consciência e temos uma relativa liberdade de ação no plano espiritual, uma individualidade consciente.
Vejamos algumas característica de como é a vida após a morte. Aqui usaremos uma visão mais espírita, simplesmente pelo fato de as fontes serem mais numerosas, no entanto, de modo geral, as diferenças com outras tendências espiritualista não divergem drasticamente.
Para entender melhor essas características considera-se sempre o estágio evolutivo, o tempo de desencarne e a cultura (ou crenças) que a pessoa praticava quando vida.

1. O espírito não dispõe mais dos órgãos de sentidos que tinham quando vivo, suas percepções acontecem de forma diferente, um exemplo: ele não enxerga mais com os olhos e sim como um todo.

2. O espírtito se locomove com a velocidade do pensamento, algo mais rápido que a velocidade da luz.

3. O tempo não é como o nosso, a ponto de não ser possível usar termos habituais como minutos, horas, meses, etc. Na vida pós-morte o tempo é relacionado a consciência de cada um e normalmente não há uma conexão precisa com o tempo nosso quando encarnados. Ou seja, o nosso sistema de mensurar o tempo não é eficiente no plano espiritual.

Leituras de referências.
KARDEC, Allan. O livro dos espíritos [trad. Salvador Gentile] 74 ed. Araras:IDE,1992.
XAVIER, Francisco Cândido. Nosso Lar [pelo espírito de André Luz] 40 ed. Rio de Janeiro: FEB, 1992.
Outras obras como as obras básicas do espiritismo ( Gênese, O Livro dos Médios, O Evangelho Segundo e Espiritismo).
GAARDER, Jostein; HELLEREN, Victor; NOTAKER, Henry. O livro das religiões. São Paulo: Cia. da Letras, 2005.
Fontes:
Almanaque Abril, 2008.

Um comentário:

Mamae Dydy disse...

Seu blog é fantastico... Nao sei pe nao tem mtos eguidores nem comentarios. Na certa vc nem divulga! rs Uma pena.
Bjks

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